Olá Amig@s,
Já compartilhei um post hoje, mas desejo ter um "dedo de prosa". Tive, hoje, o prazer de reler o texto Eu sei, mas não devia da Marina Colasanti por indicação do meu atual professor de Português, Sílvio Ramiro. Tratava-se de uma indicação dentro do que estamos a estudar: os paralelismos na Língua Portuguesa, mas para mim, foi uma agradável experiência estética e pessoal. Há pouco tempo concluí a leitura do livro "Jardim de inverno" e estou a ler a edição definitiva de "O diário de Anne Frank", ou seja, estou em meio a leituras que exigem o ruminar nietzschiano e o texto da Marina Colasanti foi uma poderosa síntese de minhas leituras. Com maestria, ela move-se daquilo que é corriqueiro, quase mecânico, para o que é humano, demasiado humano, parafraseando Nietzsche. Abraços a tod@s e até o próximo post!


Olá, Renata. É interessante, nesse texto da Colasanti, relação entre o campo estético e o campo mental do narrador, o que é característica dos textos de arte. Repare que o narrador, mesmo desejando fugir da rotina, que o cansa, quemo cerceia, mantém um paralelismo linguístico no texto que é cansativo, é repetido em excesso. Ele tenta fugir, mas não consegue, pois até as estruturas linguísticas de mantêm no texto. Há um artigo em que faço uma análise nesse caminho, analisando a canção Paciência, do Lenine. Digite "Sílvio Ramiro paciência o compositor é poeta", que você encontra no Google. Leia do der... Vamos proseando... Um beijo!
ResponderExcluirOi Professor,
ResponderExcluirQue honra receber sua visita e ainda mais dicas sobre os paralelismos. Lerei seu texto pra gente continuar a prosa. Muito obrigada!
Um beijo "pr'ocê" também!